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Reviews de jogos
A nossa opinião primeiro, sempre curta e directa. Para quem quer ver mais, deixamos também acesso a vídeo-reviews sobre o mesmo jogo.
Nota de metodologia: estas análises resultam do consenso da crítica internacional especializada (Metacritic, OpenCritic e outros meios) e de reacções reportadas por jogadores — não de sessões de jogo próprias. Cobrimos os jogos mais relevantes por género.

Elden Ring
9.6
Considerado por grande parte da crítica como uma obra-prima do género: mundo aberto denso, combate refinado e um grau de liberdade raramente visto em jogos de acção-RPG. As críticas mais frequentes apontam para problemas técnicos pontuais e alguma repetição para quem já segue a saga há anos.

Um dos RPGs mais aclamados de sempre: escrita adulta, missões secundárias com qualidade de missão principal, e um mundo que envelheceu muito bem graças às reedições. As críticas mais comuns referem-se ao combate, considerado menos refinado do que a narrativa.
Um dos jogos mais aclamados da década recente. A liberdade de escolha, o peso real das decisões e a qualidade da escrita são citados de forma quase unânime como um novo patamar para o género. As críticas mais comuns referem-se a bugs pontuais e à curva de aprendizagem das regras de D&D.

Elogiado quase de forma universal pelo detalhe do mundo, pela narrativa e pela ambição técnica. A crítica mais recorrente é ao ritmo lento e aos controlos pouco ágeis, especialmente notados por quem prefere jogos mais dinâmicos.

Teve um lançamento muito criticado por problemas técnicos graves, mas recuperou de forma notável após anos de correcções e a expansão Phantom Liberty. Hoje é citado como um dos maiores exemplos de redenção pós-lançamento da indústria.

Fecha a trilogia com combate mais rápido e agressivo, muito elogiado pela crítica. A dificuldade elevada continua a ser o principal ponto de entrada difícil para quem não conhece a série.

Elogiado pelo mundo pós-apocalíptico original e pelo combate contra máquinas gigantes. A crítica mais comum é a alguns diálogos e animações faciais menos conseguidos face ao resto da produção.

Considerado o pico da trilogia original pela força do elenco e das missões de recrutamento. A crítica mais frequente vai para as secções de mineração, vistas como enchimento desnecessário.

Diablo IV
8.3
Bem recebido pelo ciclo principal de combate e loot, mas fortemente criticado no lançamento pelo ritmo das épocas e por decisões de monetização vistas como agressivas para um jogo pago.

Elogiado por reinventar o combate e aprofundar personagens secundárias do jogo original. A crítica mais comum é a alguns capítulos com conteúdo de enchimento perceptível.

Amplamente considerado um marco na forma como os jogos de mundo aberto são desenhados, pela liberdade de exploração e criatividade permitida. A crítica mais comum é à durabilidade das armas, vista por alguns como frustrante.

Aclamado pela escrita satírica, variedade de missões e qualidade técnica, continuando relevante anos depois do lançamento. As críticas mais frequentes visam o modo online, apontado por monetização agressiva.

God of War
9.5
Aclamado pela reinvenção da série, com uma relação pai-filho central bem escrita e combate satisfatório. As críticas mais comuns referem-se a algum enchimento em missões secundárias.

Elogiado pela escala do mundo grego e pela liberdade de escolha narrativa. A crítica mais comum é ao grinding de níveis, agravado por microtransações opcionais.

Um jogo divisivo: elogiado pela atmosfera única e pelo conceito de conexão social à distância, mas a jogabilidade centrada em entregas e travessia lenta afasta uma parte dos jogadores.

Elogiado pela fluidez da traversia pela cidade e por uma narrativa dupla bem equilibrada entre os dois protagonistas. A crítica mais comum é à duração da campanha, considerada curta face ao primeiro jogo.

Opiniões divididas: o novo sistema com dois estilos de jogo (Competitivo/Autêntico) é bem recebido, mas o Ultimate Team continua a ser o ponto mais criticado da saga.

Bem recebido, sobretudo no multijogador e no novo modo Knockout Tour, mas com críticas recorrentes à falta de profundidade no modo solo e ao preço de lançamento elevado.

Elogiado pelo mundo aberto vibrante e pela variedade de eventos, com gráficos considerados uma referência técnica. A crítica mais comum é à progressão, algo repetitiva a longo prazo.

NBA 2K25
6.5
A jogabilidade em campo é bem avaliada, mas o modo MyTeam continua a ser fortemente criticado pela agressividade da monetização, um problema recorrente da série.

Elogiado pelo realismo de condução e pela apresentação, mas gerou forte contestação no lançamento devido a um sistema económico sempre online, entretanto revisto pela produtora.

Avaliação muito dividida consoante o modo: o multijogador é apontado como o melhor da saga em anos, mas a campanha cooperativa é criticada como confusa e apressada.

Doom Eternal
8.9
Considerado por muitos críticos o melhor jogo de tiro em primeira pessoa dos últimos anos, pela intensidade do combate. A crítica mais frequente é ao maior foco em narrativa e lore.

Elogiado por modernizar os controlos e o ritmo do clássico original sem perder a atmosfera. A crítica mais comum vem de fãs que sentem falta de elementos mais peculiares removidos.
Aclamado como o expoente máximo do que a realidade virtual pode oferecer em jogos de tiro. A limitação óbvia é exigir um headset de VR, o que restringe bastante o público.

Titanfall 2
9.3
Uma campanha muito aclamada pela criatividade mecânica, apesar de ter passado despercebida comercialmente devido a má sincronização de lançamento com outros jogos da época.
Apex Legends
8.2
Elogiado pelo movimento fluido e pela jogabilidade de battle royale por equipas. A crítica mais comum é à agressividade crescente da monetização ao longo dos anos.

Aclamado quase de forma universal pela crítica especializada, mas com uma clara divisão entre quem valoriza o nível de exigência e quem considera a dificuldade excessiva em certos troços.

Celeste
9.3
Elogiado pela precisão do controlo e pelo desenho de níveis, além de uma narrativa sobre saúde mental considerada sincera. A dificuldade elevada é o principal obstáculo para jogadores casuais.

Hades
9.3
Muito aclamado por integrar a narrativa directamente no ciclo de repetição típico dos roguelikes. A crítica mais comum é dirigida a quem simplesmente não gosta da estrutura de tentativa-e-erro.

Elogiado pela direcção de arte e pela carga emocional da história, com um dos melhores desenhos de níveis do género. Alguns picos de dificuldade são referidos como frustrantes.

Cuphead
9.0
Elogiado pelo estilo visual inspirado em animação clássica e pelos combates contra chefes memoráveis. A dificuldade brutal afasta uma parte significativa de jogadores casuais.

Dead Cells
9.1
Elogiado pela fluidez do movimento e pela profundidade do ciclo roguelite. A curva de dificuldade inicial é considerada íngreme para quem não conhece o género.
Portal 2
9.5
Considerado um dos melhores jogos de puzzle já feitos, elogiado pela escrita humorística e pelo desenho de níveis inteligente. As críticas são escassas, normalmente sobre a duração curta.

Minecraft
9.2
Elogiado pela liberdade criativa quase ilimitada e pela longevidade, sustentada por actualizações constantes. A crítica mais comum é à curva de entrada para novos jogadores.

Terraria
9.3
Elogiado pela quantidade absurda de conteúdo e progressão para um jogo do seu preço. A interface e curva de entrada são consideradas datadas por parte da crítica.
Elogiado pela qualidade dos puzzles e pelas reflexões filosóficas da narrativa. O apelo é considerado mais de nicho do que jogos de puzzle mais casuais.
Fortnite
8.0
Elogiado pela evolução constante de conteúdo e pelos eventos ao vivo. É frequentemente criticado pela agressividade da monetização e por um fosso de habilidade difícil para quem começa agora.
Among Us
7.8
Popular pela simplicidade das regras e pela forma como gera momentos sociais memoráveis em grupo. A crítica mais comum é à falta de conteúdo novo a longo prazo.

It Takes Two
9.4
Muito aclamado pela criatividade mecânica constante. A única limitação apontada por críticos é estrutural: só pode ser jogado a dois, nunca sozinho.
Overwatch 2
6.5
A jogabilidade base continua a ser elogiada, mas o lançamento foi marcado por forte contestação: promessas de conteúdo cooperativo por cumprir e monetização mais agressiva.
Elogiado pelo conceito simples de aprender mas difícil de dominar, e pela cena competitiva sólida. A monetização de cosméticos foi criticada após a aquisição pela Epic Games.
Valorant
8.5
Elogiado pela jogabilidade táctica que combina pontaria precisa com habilidades únicas por personagem. O anti-cheat rigoroso e a comunidade competitiva são pontos de discussão frequentes.

Elogiado pelo caos cooperativo divertido em grupo. A câmara e os controlos sob pressão são apontados como fonte de frustração ocasional.

Muito bem recebido pela profundidade e pela quantidade de conteúdo criado por um único programador. A crítica mais comum prende-se com a interface mais datada em algumas versões.

Elogiado pelo tom relaxante e pela profundidade de personalização, tendo-se tornado um fenómeno social durante o lançamento. A crítica mais comum é ao ritmo lento de progressão inicial.

The Sims 4
7.5
Elogiado pela profundidade de personalização e criatividade dos jogadores. Fortemente criticado pelo modelo de expansões pagas, que tornam a experiência completa muito cara.
Um projecto ambicioso de simulação urbana, mas que teve um lançamento marcado por problemas de desempenho e funcionalidades prometidas que ficaram por cumprir.

Elogiado pela variedade de ambientes e criaturas, misturando terror com acção de forma equilibrada. A crítica mais comum é a um ritmo instável a meio da campanha.

Alan Wake 2
9.3
Elogiado pela narrativa complexa e pela direcção visual, considerado um dos jogos mais ambiciosos do género. É também um dos mais exigentes tecnicamente, penalizando PCs mais antigos.

Elogiado por modernizar fielmente o clássico original, mantendo a tensão e o design sonoro. A crítica mais comum é à falta de conteúdo verdadeiramente novo além da remasterização.

Elogiado pela acessibilidade a novos jogadores através do modo World Tour, sem sacrificar profundidade competitiva. A crítica mais comum vai para a loja de cosméticos, considerada intrusiva.
